Apabor lança preço de referência para coágulo


 




                        http://www.apabor.org.br/sitio/referencia/prcoagulo_release_130508.pdf

Madeira da borracha


Estudo do 
professor Francisco José do Nascimento Kronka, do Instituto Florestal mostra a viabilidade do uso do tronco da seringueira para produzir móveis


No Brasil ainda não há mercado formado para a madeira da seringueira e grande parte é queimada em fornos e caldeiras ou utilizada em experimentos isolados, como em Mato Grosso, para confecção de tamancos”, diz Heiko Rossmann, diretor-secretário da Associação Paulista de Produtores e Beneficiadores de Borracha (Apabor). (...)

Veja o vídeo de Produção de Pallets de Madeira de Seringueira da Santa Helena Agrícola


Embora a área energética tenha necessidade cada vez maior de biomassa, a queima da madeira da seringueira, que tem uma cor clara, quase esbranquiçada, e pode receber vários tratamentos para exibir outras cores, é uma perda considerável porque é um produto nobre e bom para a fabricação de mesas, cadeiras, camas e estantes, além de laminados e compensados. 


“Marceneiros a quem mostramos a madeira da seringueira se mostraram dispostos a pagar de 20 a 30% a mais que a madeira de pinus [Pinus sp. ou pinheiro, árvore de reflorestamento muito usada no Brasil] por ser de melhor qualidade”, diz Kronka, que visitou várias empresas.


Ele também levou a madeira para a fabricante de lápis Faber Castell. Toras de seringueira foram enviadas à serraria da empresa localizada no município de Prata, em Minas Gerais, e depois de processadas levadas para a fábrica da empresa em São Carlos, no interior paulista. “Eles estudaram a madeira e ela foi bem aceita para a produção de lápis”, conta Kronka, também presente com outro estudo nesta mesma edição, na página 50.


O pinus usado em lápis e pela indústria moveleira, segundo o estudo do pesquisador, deve apresentar um déficit nos próximos anos devido a um consumo maior que o atual tamanho das florestas plantadas. O eucalipto, outra madeira de reflorestamento muito usada para móveis, também tem forte tendência para o consumo ser maior que a produção na próxima década.


Outro fator importante que conta para a necessidade de madeiras para uso mobiliário é a diminuição da extração em florestas nativas, seja pelo contingenciamento de cotas dessas árvores, pressão ambientalista ou grande distância dos centros consumidores. “Assim, não é nada nobre queimar a seringueira”, diz Kronka. Ele mesmo obteve informações sobre a compra por R$ 45 a tonelada de madeira de seringueira por uma usina, no interior paulista, produtora de cana e de energia elétrica com a queima do bagaço de cana e outros restos de produção agrícola. Enquanto isso, em março deste ano, o metro cúbico (m3) de madeira de seringueira na Indonésia, segundo a Apabor, custava US$ 66, um valor em baixa devido à crise econômica de 2009. Em novembro de 2008 o preço médio naquele mesmo país chegou a US$ 230 o m3.


Diante de um quadro tão díspare em relação ao mercado mundial, é de grande importância capacitar o agricultor que planta a seringueira também para o aproveitamento da madeira. “Precisamos de clones [variedades]que se adaptem ao corte e a constantes desbastes para corrigir o tronco e deixá-lo mais reto.” Entre as medidas estudadas por Kronka está o tratamento da madeira após o corte. “É preciso desdobrar a madeira (fazer caibros e tábuas) o mais rápido possível e em seguida dar um banho com fungicida por cinco minutos para evitar os fungos que atacam a madeira recém-cortada.” Depois ela ainda deve ser mergulhada em inseticida e solvente mineral para evitar o ataque de broca quando a madeira secar.


“A madeira tem um valor incrível”, diz o pesquisador Paulo de Souza Gonçalves, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que realiza seu trabalho desde 1987 no Instituto Agronômico (IAC), em Campinas. “A venda da madeira poderia pagar o investimento de um novo plantio, que custa cerca de R$ 10 mil o hectare”, diz Gonçalves. (...)


Para Kronka, uma vantagem adicional favorece o uso da madeira da seringueira no estado de São Paulo: “É que o polo moveleiro existente nos municípios de São José do Rio Preto, Votuporanga e Tupã se sobrepõe ao principal polo seringueiro do estado”.
Em 2008 o Brasil produziu 123,1 mil toneladas, o equivalente a 1,2% da produção mundial liderada pela Tailândia, com 30,8% do total. Esse país mais seus vizinhos, Malásia, Indonésia e Vietnã, são responsáveis por 75,5% do fornecimento da borracha no mundo. Eles são seguidos pela Índia, com 8,8%, e China, com 5,6%. No âmbito do consumo, o Brasil precisou de 366 mil toneladas de borracha em 2008, representando 3,5% do total mundial. A China é o maior consumidor, com 29%. O déficit brasileiro é coberto com importações ao valor de US$ 666,4 milhões, conforme dados do pesquisador Paulo Gonçalves. “Temos só no estado de São Paulo 14 milhões de hectares aptos ao plantio da seringueira”, diz ele. São áreas que partem da região central do estado em direção ao norte, incluindo estados produtores como Mato Grosso, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, além do norte do Paraná, com mais dezenas de milhões de hectares. Incentivos para uma produção maior estão se multiplicando.


A Apabor lançou em 2005 a campanha de plantio para atingir 250 mil novos hectares em 15 anos. “Com a divulgação e o investimento da iniciativa privada o crescimento foi de 60 mil hectares até 2008”, diz Rossmann, da Apabor. “Hoje devemos ter cerca de 90 mil hectares plantados no estado”, diz. “O governo deveria dar maior atenção à cultura por meio de incentivos e financiamento sem cobrança de juros durante o período que vai do plantio até o sétimo ano, quando começa a coleta do látex”, diz Marcelo Tournillon Ramos, presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Borracha do Ministério da Agricultura e diretor do 
Instituto Tecnológico da Borracha (Iteb), com sede no Rio de Janeiro. (...)

Fonte: Seringueira.com (http://www.seringueira.com/madeira-da-borracha-3) - Pesquisa – FATESP

Programa pretende elevar produção de borracha da Bahia e tornar Estado autossuficiente


Serão investidos R$ 1,6 bi de 2014 a 2040; meta é crescer produção de 17 mil toneladas para 146 mil toneladas ao ano
por Globo Rural On-line


Na próxima segunda-feira (4/3), a Secretaria de Agricultura do Estado da Bahia (Seagri) vai lançar o Programa de Desenvolvimento do Setor da Borracha Natural (Prodebon), com o apoio técnico da Comissão Executiva do Plano de Lavoura Cacaueira (Ceplac) e parceira da cadeia produtiva da borracha. O objetivo é que o Estado atinja aautossuficiência em borracha natural com o aumento da produção e melhoria da qualidade. 

Bahia é hoje o terceiro produtor brasileiro de borracha natural, com terceira maior área plantada de seringueira do país. Com o desenvolvimento do programa, pretende-se elevar a produção de 17 mil toneladas de borracha seca em 2011 para 146 mil toneladas em 2040. Além disso, o programa visa aumentar também a renda da produção de borracha, no setor primário, subindo dos atuais R$ 101,8 milhões para R$ 863,2 por volta de 2040, quando todas as áreas estiverem com a produção estabilizada.Nas agroindústrias espera-se a evolução de R$ 138,3 milhões por ano para 1,17 bilhão no mesmo período. 

Para isso, serão implantados 100 mil hectares de seringueira em sistemas agroflorestais entre 2013 e 2031, contando com um investimento de R$ 1,6 bilhão durante o período. Do total dos recursos, R$ 250 milhões estão sendo destinados ao plantio de 25 mil hectares de seringueira em substituição a eritrina na modernização de plantios e cacau. Outros R$ 1,35 bilhão serão para o plantio simultâneo de 75 mil hectares de sistemas agroflorestais com seringueira, cacau e outros cultivos. 

O programa prevê beneficiar 18 mil agricultores familiares e 3 mil propriedades rurais, distribuídas em sete Territórios de Identidade: Agreste Alagoinhas/Litoral Norte, Baixo Sul, Extremo Sul, Litoral Sul, Médio Rio das Contas, Recôncavo e Vale do Jiquiriçá. Também serão beneficiados os médios e grandes agricultores organizados em associações e cooperativas e produtores individuais interessados em investir na heveicultura.

Fonte: http://revistagloborural.globo.com/Revista/Common/0,,EMI332325-18078,00-PROGRAMA+PRETENDE+ELEVAR+PRODUCAO+DE+BORRACHA+DA+BAHIA+E+TORNAR+ESTADO+AUTO.html

APABOR e Seringueira no Programa Globo Rural

Chuva volta com regularidade em SP e muda o cenário nos seringais (veja matéria publicada no portal G1)

O início da colheita foi bastante tímido por causa da seca. Agora as árvores voltaram a produzir da maneira esperada. Confira o vídeo



As canecas estão bem mais cheias, cada sangria, como é chamada a extração do látex da seringueira, está rendendo em torno de 400 gramas de coágulo. Nos meses de outubro e novembro, quando começou a safra da borracha, o número não chegava a 100g, por causa da seca que castigou a região noroeste do Estado de São Paulo, durante o segundo semestre do ano passado.
Para produzir látex a árvore precisa que o solo esteja úmido e sem chuva isso não ocorre. Como durante o ano passado o período de estiagem foi muito longo a produtividade por planta, no início desta safra, caiu em torno de 26%.
Desde o começo de janeiro voltou a chover na região. Até agora já foram 448 milímetros e, assim, as árvores se recuperaram trazendo alívio para agricultores como Mauro do Carmo, que tem 3 mil seringueiras em produção no município de Nipoã. “O prejuízo foi grande, faltou chuva na região toda, mas agora com essa chuva de janeiro e de fevereiro o ânimo está muito melhor”, afirmou Mauro.
Fábio Magrini, vice-presidente da Associação Paulista de Produtores e Beneficiadores de Borracha, a Apabor, explica a queda nos preços pagos ao produtor e a expectativa para os próximos dias.
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Confira o vídeo no link:

http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2013/02/chuva-volta-com-regularidade-em-sp-e-muda-o-cenario-nos-seringais.html

Preço do GEB para Fevereiro e Março de 2013 fecha com leve alta




Para o próximo bimestre os produtores de borracha natural contam com uma leve alta de 3% fechando em R$6,84/kg. Desta forma o mercado começa se recuperar das perdas que o preço da commodity sofreu no final da safra passada (AGO2012), como demonstra o gráfico abaixo:

PREÇO GEB ENTRE SAFRA 2012-13

No cenário internacional, o governo tailandês ainda não decidiu se vai postergar sua estratégia intervencionista que vence agora em março.

Em entrevista a Reuters, que conta com uma boa tradução no site borrachanatural.agr.br, o Vice-Ministro da Agricultura do país, sr.Yuthapong Charassathien,  afirmou que as compras feitas pelo governo tailandês já aumentaram o estoque do país em 18% desde novembro.

"Apesar dos preços terem reagido de forma substancial nós continuaremos até que nossa estratégia expire no final de março pois precisamos defender os fazendeiros(...) Veremos como a situação estará em março e então vamos considerar a questão (de continuar a intervenção)" disse Charassathien.

No ano passado a Tailândia aprovou USD1,5 bilhões para intervir no mercado comprando a borracha dos produtores após grandes perdas que levaram as cotações a quase metade dos valores obtidos com as altas recordes de 2011.

Em agosto Indonésia, Malásia e Tailândia traçaram um plano para cortar suas exportações e tirar cerca de 300 mil toneladas de borracha do mercado, ajudando assim a aumentar os preços.

Estes três países juntos correspondem a 70% da produção mundial da commodity e a Tailândia é responsável pela exportação de, impressionantes 2,8 milhões de tolenadas de borracha por ano.

FONTES:

http://www.apabor.org.br/

http://biz.thestar.com.my/news/story.asp?file=/2013/1/18/business/12592848&sec=business

http://www.borrachanatural.agr.br/cms/index.php?option=com_content&task=view&id=14265&Itemid=10

Mercado em clima de alta: China pressiona as cotações e no Brasil a Michelin aperta os concorrentes.




Os preços da borracha natural subiram pelo segundo dia consecutivo atingindo em 07 de janeiro um dos maiores níveis dos últimos 8 meses, enquanto crescem especulações de que a China, o maior mercado consumidor do mundo, aumentará suas compras antes dos feriados de ano novo no mês que vem.




A China aumentou suas importações de borracha natural no ano passado em 15%, segundo a ANRPC (associação que reúne os maiores países produtores do mundo). As importações devem continuar aumentando enquanto a demanda por pneus aumentar devido a expansão do setor automobilístico, disse Kazuhiko Saito, analista do Fujitomi Co. em Tokyo.

Em entrevista a Bloomberg hoje pela manhã ele afirmou: “O mercado esta apoiado na premissa de que os chineses vão aumentar a importação da matéria-prima antes dos feriados do ano novo chinês”

Após alta no mês de outubro o final de ano trouxe para baixo as cotações internacionais. Esta situação poderia refletir negativamente no preço do GEB (referência para remuneração da cadeia da borracha natural no Brasil). 

Contudo, com os recentes movimentos de alta, o produtor pode voltar a contar com boas chances de manutenção dos atuais patamares de preços e quem sabe até com uma leve alta.

Da mesma forma, a alta do dólar em dezembro deve influenciar positivamente o fechamento do novo preço do GEB para os meses de FEV e MAR em 25.01.2013.





Ainda no cenário domestico, a pressão exercida pela francesa Michelin no estado de São Paulo (competindo com as Usinas Beneficiadoras locais pela compra da matéria prima - por meio de atravessadores) continua pressionando os preços no campo. Esta situação tem feito muitas usinas sacrificarem suas margens para manter o fornecimento. Alguns produtores tem aproveitado a oportunidade para "leiloar"  suas borrachas conseguindo preços até 30% acima do mercado.


Fontes:

http://www.bloomberg.com/news/2013-01-09/rubber-advances-for-second-day-as-china-may-step-up-purchases.html

http://economia.uol.com.br/cotacoes/cambio/dolar-comercial-estados-unidos-principal.jhtm

http://www.barchart.com/chart.php?sym=W2G13&style=technical&template=&p=DO&d=X&sd=&ed=&size=M&log=0&t=BAR&v=2&g=1&evnt=1&late=1&o1=&o2=&o3=&sh=100&indicators=TREND%28%29%3BBOLLW%2820%2C2%2C16711680%29%3BBBANDS%2820%2C2%2C10066431%2C3227936511%29&chartindicator_3_code=TREND&chartindicator_4_code=BOLLW&chartindicator_4_param_0=20&chartindicator_4_param_1=2&chartindicator_4_param_2=16711680&chartindicator_5_code=BBANDS&chartindicator_5_param_0=20&chartindicator_5_param_1=2&chartindicator_5_param_2=10066431&chartindicator_5_param_3=3227936511&addindicator=&submitted=1&fpage=&txtDate=#jump



MICHELIN: A ÉTICA E A ADEQUAÇÃO ÀS NORMAS CONCORRENCIAIS


"E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará". [João 8:32]. 

O planejamento tributário é a adequação lícita, a permissões da legislação tributária, com o fim de reduzir a carga fiscal, entretanto, tal planejamento possui uma linha tênue na divisa com a sonegação fiscal, descambando para o ilícito quando, para a constituição do fato jurídico tributário, são inclusos elementos de simulação e fraude. 
Com o advento da Lei nº 10.637, de 30/12/2002, que introduziu a não-cumulatividade na cobrança da contribuição do PIS - Programas de Integração Social e do PASEP - Formação do Patrimônio do Servidor Público e, da Lei nº 10.833, 29/12/2003, que inseriu idêntico tratamento tributário para a COFINS – Contribuição para a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social, as pessoas jurídicas optantes pelo Lucro Real, passaram a recolher tais contribuições, compensando-se os créditos fiscais obtidos nas operações anteriores [não cumulatividade]. 
O PIS/COFINS efetivamente recolhido pelas empresas optantes pelo Lucro Presumido é de 3,65% (três inteiros e sessenta e cinco décimos percentuais), entretanto, gera o direito ao crédito na alíquota de 9,25 (nove inteiros e vinte e cinco décimos percentuais), criando um novo filão para a prática do “Planejamento Tributário”.
As empresas integrantes do GRUPO MICHELIN, passaram a adquirir a sua matéria-prima de pessoas jurídicas, criadas única e exclusivamente para lhes prestar serviço, inclusive abrindo mão de grande parcela de produção própria, na pretensão de adquiri-la de terceiros, pessoa jurídica. Desta forma, dezenas destas empresas foram constituídas em várias unidades da federação, especialmente na Bahia; Espírito Santo; Goiás e São Paulo, como por exemplo:

NOME DA EMPRESA
C.NP.J.
LOCALIDADE
BONI COMERCIO DE BORRACHA LTDA.
06.135.514/0001-30
ILHÉUS-BA
BONI ZORTHEA TRANSPORTE LTDA.
04.572.297/0001-10
ILHÉUS-BA
HEVEA AGRICOLA LTDA.

BARRO ALTO-GO
CDBS COMÉRCIO BRASILEIRO DE BORRACHA LTDA.
10.852.635/0001-70
SJ RIO PRETO-SP
CDBS LOGÍSTICA LTDA.
11.452.231/0001-52
SJ RIO PRETO-SP
JOÃO VICTOR DOS REIS CUCOLO
13.413.004/0001-43
MIRASSOL-SP

A Fiscalização da RECEITA FEDERAL já declarou que a constituição de empresas fornecedoras do GRUPO MICHELIN teve, inicialmente, o fim único e exclusivo de atender os seus interesses, se revestindo de uma mera extensão das suas atividades empresariais, com o fim de gerar crédito fiscal relativo a não cumulatividade do PIS/COFINS, imputando-lhes a sujeição passiva solidária. [RELATÓRIO DE VERIFICAÇÃO FISCAL. PROCEDIMENTO FISCAL nº 0510500.2010.00289].

A ÉTICA E POLÍTICA DE ADEQUAÇÃO ÀS NORMAS CONCORRENCIAIS

O Grupo Michelin possui uma clara política interna de adequação às normas concorrenciais, composta por (i) Diretrizes sobre assuntos de apreciação obrigatória pelo departamento jurídico do Grupo, disponível na intranet a todos os empregados e, (ii) Código de Ética do Grupo”. [PLANTAÇÕES E. MICHELIN LTDA].

A OPINIÃO DAS PESSOAS QUE REPRESENTAM O GRUPO MICHELIN

Mas se a produção em Resende só se iniciará em 2013 (muito embora já exija, desde já, o desenvolvimento de novos produtores-fornecedores) a situação crítica dos estoques de matéria-prima ao final de 2009 exigiam, naquele momento, medidas drásticas e imediatas de modo a impedir descontinuidade das atividades da fábrica por falta de matéria-prima!! Nesse sentido, importante frisar que o prejuízo com interrupções, e até mesmo com risco de paralisação da produção, seria muitíssimas vezes maior do que o possível “sobre-preço” ou “ágio” que se teria que pagar para obter a matéria-prima em novos mercados, como o Estado de São Paulo, no qual não tinha até aquele momento presença como compradora de matéria-prima”. [SOCIEDADE MICHELIN DE PARTICIPAÇÕES].

É bom ficar claro que toda a responsabilidade, direta e indireta, será num momento ou outro atribuída a Michelin. A imagem que está em maior risco e tem maior valor neste caso é a da Michelin, a maior empresa de pneumáticos do mundo. Não podemos esquecer isso. Qualquer juiz, por mais estúpido que seja, sabera ver isso e a quem tentar atribuir culpa. A Michelin não vai querer esse risco por algo que poderia ser evitado”. [José Luiz Fagundes, coord. de compra e venda da PMB – PLANTAÇÕES E. MICHELIN LTDA., em E-mail a um dos seus fornecedores].

Grato

Luiz Carlos Guilherme
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